El Marronzito


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Quase um fifeiro a menos. Uma linda história a mais

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Eu e o DAC, rivais amigos no saudoso encontrão da Outerspace em 2000 e não sei porque tô velho

A gente não sabe muito da vida, fato. Porém, quando fazemos parte de um grupo de jovens de 20 e poucos anos que adoram discutir, analisar e, claro, jogar videogames, fica a impressão de que não sabemos quase nada. Quem diz isso olhando para um delicioso passado é o Roniel maduro vivendo seus momentos pré-Morgan Freeman com os primeiros cílios brancos dando ar da graça. O tempo passa, mas temos manias que felizmente não mudam. Sim ainda jogo videogames. Aliás, enquanto edito este texto, estou falando com a principal razão desta postagem. O assunto: Fifa 18.

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Que hómão diria o Edusc ❤

Ontem, dia 14 de outubro de 2017, tive mais uma prova que a maturidade chegou para alguns nerds da minha geração. E essa prova não poderia vir de melhor forma, pois tive o prazer de fotografar o casamento de um grande amigo que a vida, os videogames e o fórum de jovens tetudos (nerds) me deram: o grande Daniel Caldas, mais conhecido como Daczero. Nos conhecemos há um bom tempo no efervescente fórum da Outerspace, um ponto de encontro para discussão sobre jogos eletrônicos, cultura em geral e esporte.  Porém, não demorou para que a amizade saísse do virtual para o mundo real graças. Tudo isso graças aos épicos “encontrões”. Em um tempo em que a juventude não era tóxica, homofóbica, racista e reacionária e a internet era lenta com um PC 486, nos reuníamos pra jogar videogames, comer esfihas, trocar ideias e bater uma bolinha. Saudosos tempos de ICQ, MSN, Orkut e outros trecos que hoje são passado. Caramba, que nostalgia!

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Se liga, Dac. A patroa tem 3 olhos, moleque

Dac, como não poderia deixar de ser, pelo seu coração enorme e seu jeito pacato, logo se tornou um brotherzão, um daqueles amigos que a gente sabe que vai levar pra vida. Lembro-me das vezes que ele emprestou seu antigo quarto em pequeno apê da Liberdade (eu sempre dormindo nas casas alheias em SP), dos papos, dos rangos, da ajuda que ele me deu quando precisei de um advogado e da nossa rivalidade nos games de futebol virtual (nem vou comentar sua participação na épica e saudosa Zumbicup).

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O mais novo antigo casal de Mogi das Cruzes

E essa rivalidade dos games se tornou admiração mútua. Esforçado e obstinado, Dac conquistou seus objetivos profissionais com muito esforço (lembro que se absteve dos games, inclusive), se tornou vegano e se ajeitou na vida (parou de pular guardrails, por exemplo). Como ele frisou em seus votos (não, Dac não vota Bolsonaro), parte dessa mudança para melhor tem o fermento do amor da divertida Karina Watanabe, agora a senhorita Dacnilda Fofão. A paciência, o amor e o ato de acreditar em alguém é essencial para a nossa evolução. Quando Daniel falou sobre isso, eu percebi uma centena de ninjas cortadores de cebolas invadindo o recinto e fazendo muitas pessoas chorarem. Foi bonito demais ouvir algo tão inspirador em tempos de ódio, intolerância e outras mazelas. Claro que, como fotógrafo e amigo, eu fiquei muito feliz de ter a chance de presenciar tanta coisa bonita e sincera.

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“Tudo por uma medalha” revelando novos talentos do rebolado tupiniquim

Eu e a talentosa Lilian Higa estivemos em Mogi das Cruzes, precisamente no estonteante Cantos da Mata para fazer foto, rir, tropeçar e cantar axé dos anos 90 sem dançar. Para ser sincero, há muito não via um casamento tão bonito, de noivos tão conectados, de famílias tão dóceis e simpáticas.

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Olha a noiva no momento Inception

Eu vou parar de escrever e vou mostrar um pouco das fotos desse dia tão fantástico. Foram horas intensas de muito trabalho, mas hoje estou aqui me derretendo ao ver essas imagens. A canseira é grande, mas o sorriso do Bozo também é largo. Afinal, minha fotografia tem marcado presença na vida de pessoas especiais e que acreditam no meu trabalho.  Em tempo, DAC é um ótimo fotógrafo (uma responsa extra pra mim).

Bem, vamos ao que interessa:

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A hora da verdade

Dacnildo, sem palavras pra ti, cara. Sou grato por tudo que tem feito por mim desde 2000 e alguma coisa (inclusive as showleadas que levou). Contente por ter te encontrado nesse longa estrada da vida. Me aguarde pois voltarei sufocante no Fifa 18.

Karina, você estava demais. Aliás, adorei o seu pai bonitão, suas amigas divertidas e as baa-chan tudo (a cena da vovozinha arriscando um passo de funk com seu irmão ficou guardada aqui na minha cuca). Saiba que o ensaio ficou ainda mais lindo, acredite.

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Uma cerimônia divertida e extremamente emocionante

Familiares/Pais/Avós: Vocês realmente estão de parabéns por suas crias. Eles deram uma lição de amor, humildade e, com certeza, inspiraram todos os presentes. ❤

E bora ver uns cliques:

 

Mais fotos do velho Ronin em:

Site

Instagram

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GBTs

doisSe eu tivesse uma geladeira do tempo (sim, porque esse negócio de carro que volta ao passado e viaja para o futuro já deu o que tinha que dar), e digitasse 14/05/11 eu viajaria para o Parque Ecológico de Campinas.

Lá, eu me flaglaria em uma bela tarde fotografando uma moça morena, bonita, alta e sorridente. Seu nome naquela época era Giovanna Gobbo. Naquela época a Gi, que namorava minhas fotos, também namorava um moço chamado Felipe Justti.

No fim do ensaio, a Gi pediu que eu fizesse algumas fotos com o namorado. E foi assim que, meio sem querer, cliquei pela primeira vez o casal que parece se conhecer desde sempre. Gi gostou do resultado, Felipe também e o tempo, como sempre, voou.

Eu envelheci, aprendi a nadar e descobri que beber leite e comer manga não mata ninguém. Ufa. Enquanto isso, a Gi e o Felipe continuaram caminhando juntos, cada um com seu jeitinho: Felipe, a bola, o cavaco e os perfumes.  Gi, com seu jeito de menina e a paixão pelo Bon Jovi.

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E o velho bom jovem animou o make up

Lembro que em algum momento do passado, a Gi havia cogitado que eu seria o fotógrafo do seu casamento. E olha como é a vida. Ela tinha certeza que esse dia chegaria, e chegou. O mundo girou, girou, girou e girou e agora a Giovanna Gobbo, com dois enes e dois tês, agora também tem o sobrenome Justti, com dois tês. Claro que pra mim é um orgulho estar presente na história desses adoráveis jovens.

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Eita: quatro letras e um sentimento

Aliás, eu nunca vi a Gi tão bonita e alegre. Mas mas não é para menos, pois o casamento realizado em Americana, SP, foi repleto de surpresas. Exemplo: Gi pensou que iria para a igreja com um carro xis, mas foi agraciada por uma limousine branca toda chique (claro que eu peguei uma carona até a igreja). Também houve momentos especiais como a emocionante visita surpresa do paizão da noiva ao salão de beleza e  um buquê de flores enviado pelo Felipe (com direito a um bilhete especial).

Segura coração

Segura a emoção

Enfim, vamos as fotos. Em tempo, já que falei de tempo, quero dizer obrigado.

Obrigado, Gi, por sempre confiar no meu trabalho e no meu olhar.

Felipe, meu parceiro, prazerzão te conhecer e fazer parte desse momento tão importante na vida de vocês.

Eu sei que o tempo vai continuar passando, mas não percam essa coisa bonita que vocês tem, Sr. Neno e Senhora Nena. Agora me deem licença, porque eu vou viajar um pouco na minha geladeira. Logo, logo vejo vocês outra vez. Felicidades, pagode, rock and roll e tudo mais que a vida lhe reservar de bom!

Roniel, o homem do tempo (incrível como vocês não mudaram nada)


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Os pandas também amam

O que você sabe sobre pandas?

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Acredito que vai me responder que são bichos extremamente fofos, certo? Também creio que alguém vai me falar sobre a populosa China e bambus (sim, não me venha com aquela piadinha da menina que zoou o Silvio Santos). Se o seu nível de nerdice for alto, provavelmente vai falar de Ranma ½, Tekken, Wendy e o incrível comercial do “Não diga não ao Panda”.

Enfim, esses ursos são bichos queridos. Agora imagine um casal panda de carne e osso. Sim. O velho Ronin teve a felicidade de clicar o casamento de Henrique Tardelli e Marina Costa, mais conhecidos como “O casal Panda”.

O Pandão é conhecido meu há um bom tempo. Fazíamos parte de um fórum de videogames em uma época que nossas preocupações eram outras (e na qual nem existia esse tal de Pokémon). Nesse fórum havia gente de todo o tipo, e muitos se tornaram amigos para a vida toda. O tempo passou, nós deixamos os videogames (mentira, jogamos sempre que possível) e novos rumos foram tomados. Alguns users mudaram de país, outros realmente abandonaram os games, outros se tornaram homens de extrema direita (blergh) e outros, infelizmente, partiram dessa para melhor.

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Membro do Fórum onde conheci o Panda caçando Pokémon na festa. Tsc, tsc, tsc…

No meu caso, eu me torneio fotógrafo, escritor e jornalista. E, pelos acasos bacanas da vida, fui escolhido pelo Panda para fotografar o seu casório com a senhora pandolina. E dizer não ao panda é sinônimo de muita coragem (se você não viu o vídeo do link acima, volte duas casinhas, por favor).

 

Os pandas também amam (e têm medo)

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Reparem a Marina de boa, e o Pandão tenso

Há alguns meses, o casal que parecia ser bastante tímido estrelou uma divertida E-session na Praia do Iporangua, no Guarujá. Eles não estavam acostumados com fotografia e um sujeito cheio de parafernálias lhes apontando um canhão, mas no final deu tudo certo. São Pedro deu a primeira prova que não estava de bem dos “The Pandas”, mas conseguimos fazer boas fotos em uma tarde de pouco sol. No fim, houve diversão e muita palhaçada (inclusive esse jovem fotógrafo que vos fala, farofeiro que só, aproveitou o fim da sessão para dar umas barrigadas no mar). Gelo quebrado, faltava o grande dia.

No último sábado, eu e o fotógrafo social sangue bom  Marcos William, representando a federação dos fotógrafos black estilosos, estivemos no Dreams Pallace Buffet (chique, né) para registrar um dos momentos mais aguardados da vida do casal panda: o jantar de bambus com mel e gengibre. Mentira! The Pandas queriam é casar e selar de vez uma união das mais bonitas.

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Casal moderno é isso aí

O Pandão Henrique, que é grandão e forte, estava super nervoso. Foi assim no casamento civil e também durante toda a semana. Durante nossos papos semanais, ele dizia estar preocupado. Em todo caso, faz parte. Já a pequenina Marina, sempre sorridente, demonstrava uma calma que a colocou no top ten das noivas “deboístas” que já fotografei (acho que a Marina é meio panda/meio coala).

Na verdade, o medo de Panda era fazer feio na dança que apresentariam para os convidados. No fim, como esperado, deu tudo certo. Eles dançaram muito bem, as crianças adoraram a fumaça que deus os efeitos especiais a performance do casal e o evento rendeu ótimas fotos. Dentre tantos destaques, fico com a imagem da vovó panda que levou para casa a garrafa cheia de…uma pausa aqui, você chama o dinheiro de Dilma$, Temer$, Golpista$ ou sei lá o quê.

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Os embalados de sábado à noite

Enfim, foi a simpática senhora que levou a grana para casa.

Como disse anteriormente, São Pedro não estava de bem com os Pandas. Assim que a Marina entrou no local da celebração/festa, o tempo fechou e a chuva caiu. E como missão dada é missão cumprida, os fotógrafos manos black faca na caveira realizaram um mini ensaio com os noivos na entrada do prédio. E vamos que vamos.

A festa foi animada, com clássicos da música, dança e a criançada pintando o sete (e caçando Pokémons pelo salão). Também foi muito gostoso fotografar os mais experientes mandando ver no rebolado e, claro, fazer um trabalho com o Tuty, que é um cara muito legal e geralmente chora nos casamentos. Eu até disse pra noiva: “Tá vendo, você com um homenzarrão chorão e eu com um segundo fotógrafo que vai inundar o salão. Esses caras competem com o São Pedro lá fora”.

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E quem disse que homem não chora é bobão

Um futuro fofo

Bem, para fechar essa mini postagem eu só tenho a desejar felicidades a esses jovem. Não parem de dançar, continuem divertidos e que lembrem do Ronin caso futuramente tenham pandinhas. Como esse mundo dá voltas malucas, será um prazer reencontrá-los e, de certa forma, continuar a fazer parte dessa história tão bacana. Só não me chamem pra comer bambu, pois prefiro aquele Mcdonald’s que comemos pós o divertido dia do ensaio.

Tudo de bom.

E até a próxima. Eis algumas fotos dessa noite tão especial. Em breve, todas as fotos estarão no meu site, o www.ronielfelipe.com.br

Visite.


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Quando os meninos viram homens meninos

Parece que foi ontem, mas não foi.

Isso é de 2003. Note que as pessoas mais inteligentes sempre ficam no extremo

Isso é de 2003. Note que as pessoas mais inteligentes sempre ficam no extremo da foto

Era o primeiro dia de aula do curso de Jornalismo da PUC Campinas e minha segunda tentativa de me formar na área, já que eu havia falhado miseravelmente na primeira tentativa (nem vou contar a história mexicana do sujeito que não conseguira a bolsa prometida e ficara endividado até a Copa de 2014). Bem, o ano era 2003 e as pessoas ainda faziam piadinhas sobre o Corinthians não ter ganho a Libertadores e médicos cubanos eram figurantes em “Diários de Motocicleta”.

Faculdade nova, novas oportunidades e novas descobertas. Lembro que no primeiro dia me direcionei ao fundo da sala onde havia uma galera mais jovem e nerd. Arranjei uma carteira entre os juvenis e logo conheci um japonês cabeçudo como o gato robótico Doraemon.

O que me chamou atenção no jovem era seu senso de humor cheio de sarcasmo e ironia, além de muita inteligência (diga-se de passagem, essa última característica é cada vez mais rara no Jornalismo).

Ô, o Renatão casou...Ô, o Renatão casou...

Ô, o Renatão casou…Ô, o Renatão casou…

Como alguém lá de cima mexe os pauzinhos e o improvável acontece, logo o menino marrom da Vila Bela se tornou amigo do menino japa do Cambuí. Apesar de termos origens tão diferentes e sermos pessoas de realidades completamente opostas, ainda éramos jovens estudantes de Jornalismo, fãs de quadrinhos e literatura e, obviamente, aficionados por games. Amizade não tem cor de pele e nem preferência por plataforma de games (Renato sempre foi pczista, eu consolista)

Durante a faculdade, por diversas vezes o japonês cabeçudo me ajudou. Seja nas caronas para o menino bolsista que, no tempo das vacas anoréxicas, tinha bastante problemas para se manter no curso. Fizemos trabalhos juntos, jogamos Playstation 2, discutíamos sobre livros e zoávamos coleguinhas de classe (tá, os caras pediam).

Até no meu TCC (sim, aquele livro chamados Negros Heróis: histórias que não estão no gibi), o oriental brincalhão teve participação (eu estava em casa terminando de editar o livro e, se não fosse meu amigo Doraemon, não teria entregue o TCC a tempo).

Enfim.

O nome desse sujeito é Renato Abe, mas como amizade masculina é sincera, sempre o chamei de várias formas: Renatão, Japa, Renato ABC, GB, Paid Bitch, Sumarudicu e tantas outras maneiras carinhosas e impublicáveis neste blog familiar e de princípios que encheriam de orgulho o Marco Feliciano.

Após dez anos de amizade, finalmente vejo o noivo com o cabelo penteado (prazer que nunca lhe darei)

Após dez anos de amizade, finalmente vejo o noivo com o cabelo penteado (prazer que nunca lhe darei)

No dia 25 de Setembro Agosto de 2013, tive mais uma vez a chance de fazer parte da vida do meu irmão de olhos esticados e um pouquinho mais avantajado fisicamente. Renato, que é a ovelha oriental negra de uma família que optou pela Medicina é jornalista (sim, falei de novo para ressaltar sua escolha corajosa) e se casou com a Dra. Silvia, uma doce neonatalogista (pediatra que cuida de bebês bem bebês mesmo), que também é filha da PUC.

Como disse no parágrafo anterior, lá estava eu como amigo, fotógrafo, convidado e cronista de um dia daqueles de encher os olhos de marmanjo de ciscos até eles chorarem. Geralmente, quando sou contratado para fotografar um casamento é porque as pessoas acreditam no meu trabalho e gostam do que eu faço. No caso do Renato, rolou uma responsabilidade extra já que os familiares dele me conhecem desde quando as pessoas não me chamavam de Seu Jorge.

Olha a Dra. Silvia se preparando para o grande momento. Spray (não de pimenta) nela

Olha a Dra. Silvia se preparando para o grande momento. Spray (não de pimenta) nela

Para me auxiliar nessa missão de fotografar o casamento que envolve uma família japonesa (o que significa que haveria muita gente fotografando o tempo todo), estrategicamente escolhi uma segunda fotógrafa muito especial: Lilian Higa. Embora ela tenha olho da japa, cara de japa e cabelo de japa, a Lilian é muito japaraguaia e extremamente talentosa (confiram aqui seu último projeto).

Com o time completo, variado culturalmente e mais confiável que as Carnes Friboi, mandamos ver nos cliques.

Embora o Renatão estivesse desconfiado que o tempo iria estar feio (até pensou em alugar aquecedores, tsc, tsc), o dia foi maravilhoso e tive a sorte de fotografar um dos casamento mais bacanas que já presenciei. Todo casamento tem um quê de especial e o casamento de gente amiga, que adoro de coração e que sempre me auxiliou quando precisei, não tinha como não ser diferente.

Creio que como eu, todos têm a impressão que o Renato nasceu pra Silvia e a Silvia tem superpoderes pra aguentar esse japonês grandão de coração enorme. Parece clichê de novela das nove, mas quem os conhece, sabe que não estou fazendo doce.

Quando as pessoas riem do fotógrafo

Quando as pessoas riem do fotógrafo

Divertido como não poderia deixar de ser, já que o noivo é um fanfarrão, o casamento teve momentos de muita descontração. Com olhos brilhando, a Dra. Silvia disse que o Renato é uma pessoa muito boa, sem egoísmo e que sempre tenta ver todo mundo bem. Eu, com os olhos por trás da câmera, concordei com cada sílaba. No altar, ela também disse que Renato é um fofo e todos os presentes sem encantaram. Por sua vez, Renatão, sempre muito bom com as palavras, resumiu a dona da pensão como  “espetáculo”.

Frases bem colocadas e certeiras que marcaram um dia de céu azul, muita foto (sim, tinha muito japoneses na festa mesmo), papos divertidos, um pouco da tensão pré-casamento e reencontro com gente que eu não via há muito.

Creio que a minha missão foi cumprida com êxito. Aos noivos e amigos, desejo toda felicidade do mundo pois são pessoas que realmente se merecem. Nem é preciso ser gênio para captar essa conexão bacana (pediatras gostam de crianças, logo a Silvia se encantou com o Renato).

Ah, não posso deixar de mencionar a máquina Polaroid que os noivos disponibilizaram para que os convidados pudessem levar retratos para casa. Nos divertimos muito (claro que eu também entrei na dança e guardei uma foto para lembrar para sempre desse dia tão bacana).

"Olha você no vídeo da retrospectiva"

“Olha você no vídeo da retrospectiva”

Um abraço para os Abe e para os Rodrigues, famílias que nos receberam muito bem (inclusive a tia do Renato que disse que meu nome é nome de anjo).

Um beijo pra Silvia e um abraço meu japa cabeçudo predileto. Obrigado por ser meu amigo, cara.

Felicidades mil pra todo mundo. Chega de falar.

Eis alguns cliques:

Dança dos artistas

Dança dos artistas

O noivo contando piadas para Dona Áurea, sua mãe

O noivo contando piadas para Dona Áurea, sua mãe

Silvia já passou a usar a magia da multiplicação

Silvia já passou a usar a magia da multiplicação

Olha o Renato quando era pequeno. Olha a lata desse fofo

Olha o Renato quando era pequeno. Olha a lata desse fofo

Após o momento de tensão, um relax na limousine

Após o momento de tensão, um relax na limousine

Renato é fofo. Silvia é espetáculo. Roniel é o Seu Jorge

Renato é fofo. Silvia é espetáculo. Roniel é o Seu Jorge

Muito bom ver os amigos queridos realizando sonhos

Muito bom ver os amigos queridos realizando sonhos

Tá no sangue a fotografia. Não tem jeito

Tá no sangue a fotografia. Não tem jeito

Apesar da preocupação com o clima, o dia foi lindão

Apesar da preocupação com o clima, o dia foi lindão

As amigas dras. da dra. também fizeram a festa no salão

As amigas dras. da dra. também fizeram a festa no salão

Pre-par-ra

Pre-par-ra

Smack

Smack

Quando a foto vale mais que mil palavras do El Marronzito

Quando a foto vale mais que mil palavras do El Marronzito

Longe do plantão. Uhu

Longe do plantão. Uhu

Viva, viva

Viva, viva


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Hoje é dia dos casados

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Erich e Cacau SAL

Eu ia ficar quietinho, mas não consegui.

Hoje é dia de amor no ar. Hoje, aquele casal de pombos que você tanto odeia por ter defecado na sua roupa nova, se tornará um casal de pombos albinos fazedores de arco-íris. Eles voarão por aí transformando as manifestações pelo aumento do valor da passagem de bus/metrô em Sampa e no Rio em manifestações da mais pura paz e amor. A truculência da tropa de choque dará lugar à leveza do “não-provoque-é-cor-de-rosa-choque”. A quebradeira vai ceder vez a qualquer clássico do Lionel Richie ou do José Augusto.

É o “mais amor por favor virando realidade”. É a bolsa borboleta no estômago.

Tá, parei de devaneios. Chega. Voltemos ao mundo real.

Hoje é dia dos namorados. Embora seja uma data comercial, não dá pra deixar de lado as emoções do final de semana. “São tantas emoções”, diria o rei Roberto “esse cara sou eu” Carlos. E lá vou eu contar mais uma vez uma história.

Numa das incontáveis viagens pra São Paulo, terra da garoa e do transporte público caro (só perdendo pra Campinas), conheci uma menina magra, alta e de olhos claros (não é sueca não). Simpática que só, descobri que ela era fisioterapeuta de um hospital de SP e já havia sido modelo (contrariando o clássico “sou modelo, apresentadora e jornalista)”.

Cacau é o apelido da magrela que superou meus 1.78 cm.

Bem, para variar, no dia que a conheci a Camila Bueno (o alter ego da Cacau) eu estava acompanhado da minha namorada Canon e fotografando. O encontro se deu numa festança de um amigo jornalista.

Cacau, escondendo a tenção com careta

Cacau, escondendo a tensão com careta

Na ocasião, conversamos sobre foto, culinária, futebol, rimos pra caramba e no fim da noite (já era dia), ao lado de uma turma que tinha como integrante o Amilton Neves (o cara do Rock and Roll deste ensaio), saímos da inesquecível festa (teve sapato jogado da janela do 13 terceiro andar, visita da PM e muita alegria) e fomos comer pastel na feirinha de Pinheiros

Apesar dos pesares de trampos e distância (como se SP fosse o Acre em relação à Campinas), mantive o contato com a Cacau, que também é atriz.

Como a vida é engraçada e o cara lá de cima escreve nossas histórias de forma muitas vezes irônicas, os encontros com a Camila Bueno sempre foram  épicos. Quando eu estava de Lenny Kravitz de Carapicuíba (sim, eu me vesti de astro preto do rock pra uma festa temática), ela estava de Barbie Girl (aquela do Aqua, não a da Kelly Key, por favor). Em outra ocasião, numa outra festa maluca, ela estava vestida de Princesa Lea de Star Wars e eu estava muito gato de Jules Winnfield, personagem icônico de Samuel L. Jackson no clássico Pulp Fiction.

Como esse grande mundo é muitas vezes tão pequeno quanto um Kinder Ovo (aliás, o Kinder Ovo está cada vez mais caro), encontrei a Cacau e seu então namorado, Erich Brants, no casamento da Flora e do Richard, evento épico realizado aqui em Campinas. Quem quiser ver as fotos põe o dedo virtual aqui.

Depois da tensão, vem a zoeira

Depois da tensão, vem a zoeira

Resumindo o rolo. A noiva Flora, que eu já conhecia há anos, se casou com o Richard (que mora em Munich e eu nunca tinha visto). O Richard é primo do Erich que, por sua vez, namorava a Cacau. Resumindo de novo. A Cacau casou (repita a frase dez vezes sem dizer  “Cacau causou” e ganhe um caro Kinder Ovo).

E como a vida dá voltas, eu estava lá da mesma forma que conheci a Camila Bueno: magro, cabeludo, falador e com uma câmera nas mãos (tá, eu estava muito mais elegante de terno e gravata, mas isso parece papo de homem desesperado pra arranjar uma namorada no dia de hoje). A noiva também era a mesma. Brincalhona e espontânea, porém tão emotiva quanto o final de “As Pontes de Madison”.

Foi uma honra fotografar uma noiva tão bonita, chorona e que foi extremamente carinhosa comigo em todas as ocasiões que nos encontramos. Eu costumo dizer que a vida é encontro e desencontro. Talvez tudo tenha um porquê (inclusive a alta do preço do Kinder Ovo). Acho que era pra eu estar lá, de uma forma ou de outra. E assim seguimos.

A pequena dama de honra

A pequena dama de honra

Ah, também foi muito bacana conhecer a mãe do noivo/marido. É muito legal alguém te parar na festa e dizer “Admiro muito o seu trabalho. É inspiradora a forma que você conta as histórias”. Geralmente, as pessoas me param pra perguntar se eu fiz o comercial x porque tem um negão de blackpower parecido comigo.

Enfim.. Felicidades pra Cacau e pro Erich (que não atenderam o meu pedido de se casarem vestidos de Princesa Lea e de Obi-Wan, mas deram um verdadeiro show).

Tudo de bom, gente. Agora eu vou assistir Ghost na Sessão da Tarde.

Até a próxima história.

As moças japas do cabelo colorido são boas de produção

As moças japas do cabelo colorido são boas de produção

Alguém furou o dedo

Alguém furou o dedo

A legenda é por conta de vocês

A legenda é por conta de vocês

Vestido, vestido meu. Existe noiva mais esguia e chorona que eu?

Vestido, vestido meu. Existe noiva mais esguia e chorona que eu?

Erich e os belos votos

Erich e os belos votos

O abraço no brother

O abraço no brother

Mercado cada vez mais concorrido

Mercado cada vez mais concorrido

;)

😉

Cacau casou, Cacau casou (repita)

Cacau casou, Cacau casou (repita)

O x pro Ronin

O x pro Ronin

Censurado para menores

Censurado para menores

C de Camila e E de Erich. Sim, sou um gênio

C de Camila e E de Erich. Sim, sou um gênio e saquei as letras

As criança pira

As criança pira

Olha a alegria da pessoa ao saber que o champagne não é Sidra Cereser

Olha a alegria da pessoa ao saber que o champagne não é Sidra Cereser

Um beijo pra selar a união. Tudo de bom

Um beijo pra selar a união. Tudo de bom

Erich, um cara com a grava torta e a Cacauziita

Erich, um cara com a gravata torta e a Cacauziita (foto: Hara Fotografia)


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Eu digo sim, 2013

Sim.

Se eu estou aqui escrevendo e você esta aí lendo, significa que não acabou.

“Não acabou o quê?”, questiona o leitor impaciente.

Ora, o mundo.

Se o mundo não acabou em barranco para morrermos encostados, significa que o trabalho segue dando trabalho. O tal de 2013 chegou com tudo. Além de eu finalmente parir meu filho preto e culto “Negros Heróis: histórias que não estão no gibi”, livro-reportagem que será lançado no próximo dia 19, janeiro é o mês do primeiro casamento do ano.

Sorria, os Maias estavam errados

Sorria, os Maias estavam errados

No dia 5, ainda queimado pelo mormaço do céu de Floripa, estive ao lado dos auxiliares Ly Park e Renato Neves fazendo a cobertura fotográfica do casamento da Renatinha Lopes e do Luke Riberto.

Dando sequência ao projeto “Casaozamigos”, reencontrei a noiva, que ainda trabalha na mesma multinacional que eu abandonara para viver no fantástico mundo do Texto e da Foto. Minha emancipação acontecera em 2008, quando um monte de gente que partiu dessas para melhor, ainda era viva.

Um detalhe interessante desse casamento foi que a Renatinha sempre me disse que, quando fosse casar, eu seria o fotógrafo. Na verdade, eu sempre escuto isso vindo de algumas mulheres (até hoje, só um homem me proferiu tal frase).

Porém, nós, fotógrafos, somos um tipo de Gremlins que se multiplicam. Como motoboys, grupos de pagode e sucessos sem nexo do sertanejo universitário, diariamente pipocam novos fotógrafos de casamento no mercado.

Tem para todos os gostos, estilos e preços.

Em dia de casamento, homem pode puxar homem pela gravata numa boa

Em dia de casamento, homem pode puxar homem pela gravata numa boa

Lembro que, quando passei meus valores para a noiva, ela disse que iria batalhar para conseguir fechar comigo, já que sempre gostou do meu trabalho. É muito legal quando alguém confia na gente e não abre mão de sua opinião.

Como podem ver, a Renatinha fez valer sua vontade (mesmo eu sendo mais custoso que as opções lhe oferecidas). E, como não poderia deixar de ser, vesti a camisa e fiz o meu melhor para que a torcida ficasse satisfeita (momento jogador de futebol).

Enfim. To feliz por começar o ano com o pé direito.

Chega de falar e vamos as imagens desse dia tão bacana.

Um grande beijo para a simpática avó da noiva.

Soube que ela não gosta de tirar fotos, mas comigo estava toda toda e ainda dizia que fazia questão de sair bonita nas imagens. Quando a gente faz com o coração, acaba atraindo coisas boas e pessoas idem.

Um super 2013 para todos.

Olha meu livro aí, gente

Ah, em tempo…

Recebi as estatísticas do blog no ano de 2012.

O post mais popular do ano passado foi o casamento da “Flora e do Rich”, seguido pelo post “Não pago pensão, mas clico seu filhão”. A medalha de bronze foi para o casamento da Elizama e Fabrício, com o post “Endai auais lovi u”.

E, para variar, as palavras que trouxeram mais pessoas aqui, além de fotos de casamento, foram Paola de Marco e Sabrina Sartori (eita povo que não pode ver uma mulher bonita).

Não posso fechar o post sem meu momento Maguila e meu agradecimento super especial às leitoras Mariana Barbosa, Sandra Nascimento, Leidiana Palma, minhas musas que sempre passam por aqui e deixam seu recadinho.

As minas são vocês. E o cara não sou eu.

O bom moço fotógrafo pega água pra moça noiva nervosa

O bom moço fotógrafo pega água pra moça noiva com sede de casar

A dança do estica e puxa

A dança do estica e puxa

Oi

Oi

Sim. Eu lembrei da clássica frase  "Eu sou rica!"

Sim. Eu lembrei da clássica frase “Eu sou rica!”

Sapadinoiva

Sapadinoiva

Cerimonial em ação

Acho que esse casal do quadro revive todo os finais de semana o dia deles

Acho que esse casal do quadro revive todo os finais de semana o dia deles

Luke prometeu não acordar a esposa quando for ver Fórmula 1 de madrugada

Luke prometeu não acordar a esposa quando for ver Fórmula-1 de madrugada

Abraço de mãe é tudo

Abraço de mãe é tudo

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Olha os avós simpáticos da noiva. Destaque para a avó da Renata

Recém-casados e bastante clicados

Recém-casados e bastante clicados

Um por amor, dois por dinheiro

Um por amor, dois por dinheiro

Os amigos do noivo inovaram. Alguém pediu um pedaço da cueca do cara. Reflitamos

Os amigos do noivo inovaram. Alguém pediu um pedaço da cueca do cara. Reflitamos

Yes, we can

Yes, we can


8 Comentários

Everbody mama mia

Passar trote a dois é bem mais bacana

O ano era 2006. Esse auê de fim do mundo não existia e meus amigos me zoavam porque o Corinthians não tinha sequer uma Libertadores. Eu era estudante de Jornalismo da PUCC e tinha uma missão: escrever uma história/perfil de qualquer pessoa tendo por base o Jornalismo Literário. A chefa que me incubiu do trabalho foi Márcia Fantinatti, minha mestra, professora e eterna esposa de mentirinha (com quem hei de me casar um dia se o mundo não acabar).

Mais perdido que um fã de heavy metal no show do Mr. Catra na favela da Rocinha, acabei procurando uma colega de trabalho para me ajudar. Italiana de nascença, Elisa Raimondi falou que seus pais, também nascidos na terra da pizza, tinham uma história de vida fantástica. Fui até eles, os ouvi, me apaixonei por aquele jeitão italiano, escrevi o perfil do casal Raimondi e tirei nota dez no trampo.

O tempo passou, eu deixei de tirar nota dez em tudo, passei a fazer mais foto do que texto, mas eu nunca esqueci o jeito bacana e hospitalidade do Seu Giuseppe e da Dona Anna Raimondi. Geralmente, tardes bacanas com pessoas idem sempre ficam guardadas na nossa memória. Todo repórter adora uma história bacana.

Hoje, após todo esse tempo, os reencontrei em uma data especial. Foi dia de fotografar o casamento de um dos seus filhos. O bambino Ângelo (leia-se com aquele sotaque italiano) foi o noivo da vez. Sua senhora é a divertida e simpática Cíntia Gianini.

Sim, foi um casamento tipicamente italiano e com todos aqueles trejeitos do povo que fala com as mãos. E sim, foi uma tarde bacana com gente idem, e que ficará guardada na minha mente e na cabeça loira da minha querida assistente, Priscila Rodrigues.

A bela Capela São Sebastião

A cerimônia aconteceu na Capela São Sebastião, uma linda igreja construída em 1883 e tombada no começo dessa década que vivemos (se você acha que a igreja caiu e mesmo assim as fotos foram feitas lá, aconselho que vá ler sobre história da arte). Pequenina e antiga, mas extremamente bem conservada, a capela, localizada no Distrito de Sousas, Campinas,  é fantástica em todos os sentidos.

Se um dia eu for casar, farei o máximo para que meu casamento ocorra lá (só cabem 50 pessoas no recinto, portanto podem começar a parcelar o meu fogão de 4 bocas).

Os noivos, como já andei falando nas comunidades sociais, sem dúvida formam um dos casais mais animados que já fotografei na minha vida. Mais do que felizes, eles demonstram aquela sincronia de duas pessoas que realmente se encaixam (se você pensou sacanagem, suma do meu blog e vá ler aquele lixo de “50 tons de Cinza”, seu tarado).

Demorou, mas chegou

Além da beleza da igreja, também rolou um mini-ensaio nas redondezas. Para nossa alegria, sempre há personagens engraçados que compõe a nossa história. Dentre eles destacamos:

O mendigo boa praça da praça: bêbaço, o cidadão acompanhou o casal durante o ensaio, teve seu momento de guarda de trânsito (ao pedir que os carros parassem para que a noiva atravessasse a rua) e ainda disse que se lhe déssemos um qualquer, ele garantiria a nossa paz. Não dava para entender nada que ele falava, mas espero que ele fique bem.

Stop, in the name of love…

A curiosa da ponte das pilhas perdidas: enquanto fotografávamos em uma ponte, uma transeunte interrompeu a seção fotográfica. Ela chegou de mansinho, olhou para o casal e, sem muita cerimônia, perguntou se eles eram noivos.  A sorte é que noivos tolerância zero são raros.

“Não. Somos inimigos mortais e estamos pagando uma aposta após perdemos no truco para nossas respectivas avós”

“Eu sou gay e estamos casando de mentirinha. O fotógrafo negro lindo que é meu homem de verdade, moça”

“Não somos noivos. Isso é uma pegadinha do Silvio Santos. Olha a câmera ali”

Bem…enfim. Talvez a ponte receba muitos ensaios fotográficos de grifes de noiva. Vamos pensar que sim antes de chamar o Master of Obvious.

Olha ele aí

Vocês são noivos? Hein?

Ah, minutos antes da senhora fazer essa pergunta, houve um pequeno acidente que resultou na perda de duas pilhas recarregáveis. O flash se desprendeu do suporte, caiu, de um duplo twist carpado e as pilhas passaram entre os vãos da madeira da ponte, chegando ao rio e despedindo-se do papai Roniel para sempre.

Acidentes acontecem.  O amor acontece. Reencontros épicos acontecem. Perguntas sem nexo também.

Após o ensaio, fomos para o belo Restaurante Ca’di Mattone onde rolou a recepção. Teve música italiana, vinho italiano, comida de origem italiana e muita alegria e emoção afro-italiana.

Belo ristoranti

Tarde toda dez! Fiquem com algumas fotos que eu vou jogar Super Mario e comer um pedação de pizza porque eu também son de dio mio, manos e minas.

Abraços.

Felicidades ao casal, aos familiares e a todos envolvidos na festa.

Construída em 1883, a capela é encantadora

Glória Raimondi foi uma das responsáveis pelas belas músicas da cerimônia

Aquele momento que precede o casamento (e que alguns homens pensam em fugir para o Congo Belga)

Casal que não precisa de direção é guiado pelo coração

😛

Senhora Gianini Raimondi

Ê, Macarena! Hey! Só de olhar essa foto eu caio na risada

Yoga time

???

Ao lado de um homem grande numa grande foto, sempre há uma grande mulher numa imagem feita com uma lente grande angular

Assim eu me sinto quando o fotógrafo diz que estou liberado pra curtir o meu casamento

Um beijo intenso