El Marronzito

Munique: história, alemães, leões, busões, peladões e diversões

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História, meus amigos, história. Este é um post direto e sem muito rodeio.

Turismo sem japoneses não é turismo

Turismo sem japoneses não é turismo

Fiquei de fazer um texto duplo da última vez que aqui estive, mas como dizem na internet “me esaltei e foi melior pará”. Hoje serei direto (bem, ao menos tentarei). Após narrar os meus planos de ser o Napoleão de Bell Air e dominar a Europa e falar das aventuras em Londres, Amsterdã, Roterdã e vizinhanças, hoje é dia de história. E, para falar de história, falo dos meus rolês em Munique, a bela capital da Baviera (sei que a baixa porcentagem de sangue no álcool que corre em suas veias lhe fez ler Bavaria).

Cheguei em Munique numa bela manhã de domingo, após horas e horas de viagem de trem.

A chegada estava prevista para às 7h10 da matina, mas houve problemas que resultaram em um leve atraso. Como os alemães são sérios, entregaram a todos os passageiros um envelope contendo um formulário. Caso o delay trouxesse problemas, a empresa se comprometeria a reembolsar a cada um a grana investida na viagem. Bacana, né? No Brasil a gente ganharia um envelope que contém uma foto nossa com nariz de palhaço.

Em Munique toda hora você dá de cara com um carrão

Em Munique toda hora você dá de cara com um carrão do Gran Turismo 5

Ainda no trem, enviei uma mensagem para o meu amigo Richard Suwelack, jovem brasileiro que mora na Alemanha há alguns anos e casou-se com a Flora Zilberleib, também brasileira e que escreve sobre suas aventuras na Alemanha neste blog. Se você que frequenta o El Marronzito, é provável que você não tenha estranhado esses nomes . Fotografei o divertido casamento dos dois no ano passado (Richard casou-se vestindo uma camisa do Iron Maiden, para o deleite dos meus amigos headbangers e desespero de suas noivas conservadoras).

Munique é uma cidade rica. Até os dinossauros usam Luis Vitão

Munique é uma cidade rica. Até os dinossauros usam Luis Vitão

Pois bem, após ter sido abordado por um italiano bigodudo (a cara do Super Mario) que me pediu um euro para ajudar-lhe, me dirigi até a frente do Starbucks da München Hauptbahnhof, a estação central de Munique. Sentei no chão e fiquei observando o povo.  Logo notei que havia um grupo de policiais alemães bem atentos ao movimento da galera (tanto que intervieram num barraco entre uma moça e um jovem). Não demorou para que Richard chegasse e fôssemos até o Macdonald alemão provar um breaksfast (o infeliz aqui tinha esquecido os lanches no apartamento em Roterdã e viajou por horas com o estômago roncando mais que o Gigante do Pé de Feijão).

Como o dia estava muito bonito apesar do calor de rachar coco, o anfitrião me convidou para passeio. Topei. Richard também notou que as condições físicas ridículas desse magrelo que vos escreve não eram das melhores (nunca foram, na verdade). Sendo assim, ele gentilmente se propôs a carregar meu mochilão por alguns momentos enquanto me apresentava o que que a Alemanha tem.

E como Munique é bonita.

A pé e começando com o pé direito, passamos pela vistosa Marienplatz, praça que fica no coração da cidade e que chama atenção pela beleza do prédio chamado Neues Rhataus. Certeza que de 10 brasileiros que ali chegam, 13 vão dizer “Olha que legal o Castelo de Grayskull alemão, mano”. Eu também pensei que a imponente construção néo-gótica fosse um castelo e o Richard também o fez quando pisou em Munique pela primeira vez.

Parece um castelo, mas não é

Parece um castelo, mas não é

Na verdade, o Rhataus é a sede da prefeitura (imaginei Maluf sentado no trono de ferro do Rei Joffrey, de Games of Thrones). Na mesma Marientplatz acontece a Schannenmarkt, uma das mais tradicionais feiras da cidade onde rola a promoção da alemoa bonita que não paga, mas também não leva. Após algumas passadas, ali da praça mesmo consegui alguns cliques da Frauenkirche, a Catedral de Munique.

Ainda sob o sol escaldante, fomos dar um rolé (ou rolet, se você for francês) pelas bandas do Teatro Nacional de Munique, palco de grandes óperas e espetáculos (os caras instalam telões para que as pessoas que não conseguiram adentrar o prédio possam ver o espetáculo gratuitamente do lado de fora). De lá, bastou andar alguns metros para chegarmos até a Odeonsplatz. Foi nessa praça alemã, mas com um jeitão italiano, que momentos importantes da história contemporânea foram escritos. Foi exatamente na Odeon que o barraqueiro Hitler e alguns amigos de seu bonde foram presos  após entrarem em confronto com a polícia, em 1923.

Odeonstplatz: palco da história

Odeonstplatz: palco da história

Hilter discursa para multidão na Odeon, em 1933

Hilter discursa para multidão na Odeon, em 1933

Como o mundo dá umas voltas bem tortas de vez em quando, na mesma praça Hitler voltaria como grande estrela da SS para discursar para uma imensa multidão, em 1933. Um detalhe interessante é que pipocam pela internet supostas imagens do führer na Odeon em 1914, quando houve um comício que Alemanha comemorava a declaração da Primeira Guerra Mundial.

Olha o coisa ruim aí no meio do povão

Olha o coisa ruim aí no meio do povão

Alguns dizem que é montagem, outros juram pela mãe morta atrás da porta que a cena é real. Eu não sei. Só sei que as estátuas dos leões ainda estão e o clima é muito mais agradável do que outrora (ao menos pra mim que só sou ariano no zodíaco).

Após clicar o amarelo chamativo da igreja Theatinekirche e me encantar com a calmaria do Hofgarten, andamos mais por alguns cantos que esqueci o nome (e não estão nas anotações) até chegarmos ao Englischer Garten, também conhecido como Jardim Inglês. Foi ali que a zoeira sem limites estava prestes a começar.

Se ontem houve dor e morte, hoje Munique é um lindo lugar

Se ontem houve dor e morte, hoje, Munique é um lindo lugar

O Simba alemão não foi com minha cara

Richard fazendo um cafuné no leão da zoeira

Richard fazendo um cafuné no leão da zoeira

Ah, detalhe. Antes de ir passearmos no Jardim Inglês (ui, que fofos), passamos pelas estátuas dos leões da Residenz Street. A lenda diz que o cidadão que passar a mão nos focinho dos bichos será um sujeito afortunado. Pois bem. Alisei-o-o e rumamos para o parque. No caminho, Richard começou a falar dos surfistas de rio de Munique. Eu não entendi muito, mas ele me disse que apenas vendo a cena eu entenderia.

Tipo…ah, vejam vocês.

O mais incrível (para eu que morro de frio) é saber que a água no verão já é bem fria e que os caras repetem a dose da brincadeira no inverno alemão.

Eu estava maravilhado com o belo parque, boquiaberto com os surfistas e o clima gostoso. Para completar o cenário Disney, a imagem do tiozinho sorveteiro com um carrinho cheio de balões coloridos anunciava um dia e tanto. Era tudo muito bonito e pensei “Agora que passei a mão na fuça do Simba alemão, vou dar de cara com lindas modelos fazendo topless e me chamando de Mr. Catra. Ah, Mulek, lek, lek, lek”.

Ledo engano. A zoeira do leão estava prestes a se manifestar.

Enquanto Richard falava do carinho que tem pelo parque e de como é a vida de um brasileiro na Alemanha, avistamos cenas inusitadas. Quem pensou que iria dar de cara com lindas alemãs, teve que se contentar com simpáticos homens de meia idade completamente nus.

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As mina pira

Explico.

A noção de nudez dos alemães é bem diferente da nossa. Sendo assim, no verão é comum encontrar  peladões tomando sol em poses de gosto duvidoso. Como canta o Roupa Nova, “É verão, bom sinal”.

Como sou turista, fiz alguns cliques dos bonitões desnudos. O que fez mais sucesso entre as minhas colegas e meus amigos que gostam daquilo que balança, com certeza foi o do homem que levantou as pernas para o alto. Com certeza, essa foi uma das cenas mais inusitadas de todo mochilão. Os urologista pira.

O belo Jardim Inglês

O belo Jardim Inglês

Após o trauma, fomos tomar algo para relaxar. Eu tomei água (mais cara que a cerveja)  e peguei um sorvete e o Richard, como bom brasileiro alemão, atacou um copo de 500 ml de cerveja alemã. Aproveitei para fazer uns cliques da simpática banda de senhores que estavam vestindo as roupas tradicionais e tocando a música bavaria. Embora não beba cerveja, eu senti o gostinho da Oktoberfest.

À tarde, fomos a uma piscina pública com mais outros brasileiros bacanas que conheci (e também vi umas tiazonas desnudas perante à sociedade) e me diverti com o anúncio de uma alemã que perdeu um par de sua sandália no “clube”, mas deixou um anúncio muito interessante.

Alguém perdeu um par da sandália. Caso vocês encontrem, por favor, devolvam

Alguém perdeu um par da sandália. Caso vocês encontrem, por favor, devolvam

Nessa bumba eu ando mais, acharam um brasileiro no banco de trás

Como o tempo em Munique era curto, optei pelo passeio de ônibus hop-on hop-off. Se trata de um busão turístico que passa por diversos pontos da cidade. Você desce, faz papel de turistão e volta para o local marcado para “pegar” outro bus até o próximo ponto turístico. Para quem não tem muito tempo, esse tipo de atração é perfeita. Porém, antes de chegar ao meu destino, eu tinha que me perder um pouco por Munique para entender um pouco mais do modo de vida alemão.

Uma das características mais marcantes da Alemanha é o senso de justiça. Aqui no Brasil, somos educados pela Lei de Gerson, aquela que diz que devemos nos dar bem em tudo. Quem é que nunca ouviu a expressão que diz que “o mundo é dos espertos”?

A bela estação que eu esqueci o nome, mas não deixei de clicar

A bela estação que eu esqueci o nome, mas não deixei de clicar

Na terra do Beckenbauer e da Nina Hagen o papo é diferente. Na Alemanha é vergonhoso não ter vergonha na cara. Sendo assim, as estações de metrô não possuem catracas. Você vai na boa para o trem e vai de sua índole ser uma pessoa correta ou não. Se algum funcionário da estação lhe parar e perguntar onde está seu bilhete, aí a cobra vai fumar em alemão.

Tu ganha o pack multa+vergonha (sendo que para eles a vergonha dói mais que ter que desembolsar uma grana). Outros fato interessante: na Alemanha pirataria é proibida. Se você estiver baixando uma série via Torrent (conhecido como torresmo no Brasil), é bem possível que homens de preto batam à sua porta e te levem pro xilindró para tomar café de canequinha na pensão da tia Merkel.

Não basta avisar que é proibido. É necessário lembrar que é muito proibido

Não basta avisar que é proibido. É necessário lembrar que é muito proibido

Falando de transporte, o metrô de Munique é bem legal. A espera dos trens é embalada ao som de música clássica e os carros são confortáveis (para variar, eles não se atrasam). Há um modelo de composição mais antiga, a qual o cidadão abre as portas do trem. Eu não tive problemas em Munique e alemão é bem solícito também. Das vezes que precisei de ajuda para me localizar, não tive problemas.

Bem, voltando ao busão hip-hop on/off, valeu muito ter feito essa escolha. Os pontos mais legais do passeio foram:

Nymphenburg Palace e Royal Gardens

Munique e seus arredores têm alguns castelos. Eu fui conhecer o Nymphenburg Palace. Construído no estilo barroco, lá pelas bandas de 1664, o palácio é bem bonito mas o que mais me chamou a atenção foi o jardinzão. O dia estava meio cinza, mas consegui algumas fotos bacanas, principalmente das fantásticas estátuas que enfeitam o Royal Gardens. Para quem pensou nas deusas gregas alemãs, fotografar estátuas de mitos como Poseidon foi bem legal. Turista que sou, pedi que um japonês fizesse um clique meu. Aliás, os turistas japoneses são os melhores (já disse isso em outro post, mas gosto de reafirmar). O jardim é muito grande e tem diversos pavilhões, além de um canal que o corta de fora a fora. Coisa linda.

Olha o turistão aí com cara de bobo

Olha o turistão aí com cara de bobo

BMW

A próxima para do bus me deixou numa espécie de concessionária de luxo da BMW. A ideia era conhecer o museu da empresa automotiva, mas era uma segunda-feira brava e alguns museus estavam fechados, inclusive o da Brasília Muito Welha. Eu não sou muito chegado em carros, mas curti muito o passeio. Pela primeira vez na minha vida tive a sensação de estar guiando uma BMW. Só faltou o rap no talo, a Beyoncé do meu lado e o carro ser meu. Só. Se você é apaixonado por velocidade e carros, não deve deixar de passar pela Alemanha. Aliás, lá BMW e Audi são como Fiat Uno e Celta 1.0, todo mundo tem.

Coisa linda os carros da BMW. E eles ainda viram robôs

Coisa linda os carros da BMW. E eles ainda viram robôs

Olympic Park

Como eu já não aguentava mais andar de BMW, fui passear e conhecer o Olympic Park. Nem precisei do busão do hip-hop on/off para me levar lá. Fui na caneta mesmo, a pé. Construído para os Jogos Olímpicos de 1972 (por isso é o Parque Olímpico…duh), o complexo é dividido por várias edificações: piscina olímpica (que vontade que me deu de saber nadar), torre, teatro, quadras, centro de esportes de inverno e, claro, o famoso Estádio Olímpico, onde o Bayern de Munique mandava seus jogos e palco de grandes momentos do esporte. O grande destaque do parque é sua arquitetura. Mesmo tendo seus 30 e poucos anos, o visual é de babar já que o teto do estádio é retrátil e as estruturas metálicas de todo o parque significaram um baita avanço para arquitetura moderna. Segundo o Richard, o morro do ponto mais alto do Olympic Park é formado por entulhos da guerra. Tenso.

Olympic Park: cenário de grandes momentos do esporte

Olympic Park: cenário de grandes momentos do esporte

Allianz Arena

Diferentemente do Brasil, a Copa do Mundo na Alemanha não teve tantas trapalhadas financeiras. Se valendo da conhecida capacidade administrativa, os germânicos inauguraram em 2005 o Allianz Arena. Estive lá para conhecer o estádio e posso dizer que é muito bonito. Sinceramente, o  Arena é fantástico, mas posso dizer, sem qualquer tipo de clubismo, que se trata de uma Rua Javari com grife. Tão impressionante quanto a feiura do Riberry é a arquitetura empregada na construção. Para quem não joga Fifa nem PES, o Allianz tem uma espécie de cinturão de bolhas que cobre o estádio. Essas bolhas têm leds coloridos que enfeitam o bichão criando um visual maravilhoso. Exemplo, se o SPFC estiver jogando lá, o estádio fica cor-de-rosa. Não é o máximo, amigas?

É quase um Itaquerão

É quase um Itaquerão

O leão agora é meu amigo e me adicionou no Facebook

No fim do dia, aproveitei ainda para conhecer a estátua do Walking Man (se você imaginou um toca fita gigantes, por favor, saia do meu blog) antes de voltar para casa. Para ajudar o turistão, a chuva apertou e sorte que meus amigos emprestaram um guarda-chuva (engraçado que a previsão do tempo funciona bem em Munique porque a cidade é vizinha dos alpes). O problema foi que esqueci completamente o nome da estação que eu deveria descer para chegar até a casa da Flora e do Richard. Para ajudar, o chip da maldita Lebara/Vodafone não quis mais funcionar e eu não conseguia contatá-los via telefone.

O Walking Man. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades

O Walking Man. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades

Estava ficando tarde e, confesso que batia uma preocupação nesse coração jovial. Fiquei andando feito uma barata tonta kafkaniana até encontrar um terminal de serviço para passageiros no metrô. Quase chorando, disse que estava perdido, mas a moça alemã afirmou que não dava ajuda em inglês…só em alemão.

Para piorar a situação, a bateria do telefone-esperto estava acabando, mas fui esperto o bastante para me lembrar que eu havia fotografado a estação de trem próximo à casa dos meus amigos no dia anterior.

Sabia que o leãozinho iria me ajudar. Ele não poderia me sacanear duas vezes. Ao encontra a foto, me dirigi a uma linda alemã, mostrei lhe a imagem e perguntei em inglês se ela conhecia tal lugar. Ela disse que sim e respondeu algo como “munquinfrairait” numa velocidade cinco do créu. Óbvio que eu não entendi nada. Abusei de sua paciência, dei-lhe o telefone e pedi que, com aquela mão linda, ela escrevesse o nome da estação (óbvio que a parte da mão linda eu guardei na mente).

Ela digitou graciosamente Münchener Freiheit.

Munique tem um transporte muito bom, mas a velha bike está por todos os lugares

Munique tem um transporte público muito bom, mas a velha bike está por todos os lugares

Agradeci com um sorriso do Bozo de orelha a orelha e parti para meu destino final. Na manhã seguinte eu já tinha uma missão. Voltar para München Hauptbahnhof e pegar um busão (sem hip hop on/off) para Praga, próxima cidade a ser dissecada nesse singelo blog, deste mochileiro desajeitado, mas muito bem intencionado.

Fotos de Munique, meu povo.

Olha aí o Poseidon fazendo pose

Olha aí o Poseidon fazendo pose

O belo e democrático Teatro de Munique

O belo e democrático Teatro de Munique

Se não dá pra surfar no trem, nóis surfa no rio mesmo

Se não dá pra surfar no trem, nóis surfa no rio mesmo

Frauenkirche, a Catedral de Munique

Frauenkirche, a Catedral de Munique

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Hofgarten. Se no verão é bonito, imagine na primavera

Como não tinha guia em inglês no horário que fui pro Allienz, abrasileirei a turma de turistas alemães

Como não tinha guia em inglês no horário que fui pro Allienz, abrasileirei a turma de turistas alemães

Todo mundo curtindo um sol, pegando uma cor

Todo mundo curtindo um sol, pegando uma cor

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Marientplatz. É só colar na feira e pedir por uma Açaí

A banda do zé pretinho alemão animou a festa

A banda do zé pretinho alemão animou a festa

Antigamente, havia uma suástica nessa área. Se trata do ex QG da SS. Hoje é uma galeria de arte

Antigamente, havia uma suástica nessa área. Se trata do ex QG da SS. Hoje é uma galeria de arte

Interior do Allienz Arena. É impossível não ter vontade de ser jogador de futebol

Interior do Allienz Arena. Bateu aquela vontade de ser jogador de futebol profissional

O outro lado do prédio da prefeitura.

O outro lado do prédio da prefeitura.

Dá para ser levado pela correnteza do rio do Jardim Inglês numa boa

Dá para ser levado pela correnteza do rio do Jardim Inglês numa boa

Munique tem uma arquitetura maravilhosa e você tropeça na história o tempo todo

Munique tem uma arquitetura maravilhosa e você tropeça na história o tempo todo

A bela piscina do Olympic Park

A bela piscina do Olympic Park

Além de carros, o prédio da BMW é muito bacana

Além de carros lindos e a possibilidade dos mortais fazerem test drive, o prédio da BMW tem um desing futurista

Pobre urso

Pobre urso

Existe amor em Munique

Existe amor em Munique

censured

Como esse blog é acessado por gente de valores morais, optei por censurar o banho de sol completo do simpático alemão. Um dia vocês vão me agradecer por esse ato

Autor: ronielfelipe

Jornalista e Fotógrafo

Um pensamento sobre “Munique: história, alemães, leões, busões, peladões e diversões

  1. arrasou nas fotos, as usual! Gosto de como voce escreve, acho sempre bom lembrar! Beijo

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