El Marronzito

As aventuras do Menino Marrom na terra do Maurício de Nassau

1 comentário

Saudações, meu povo.

Roni von Niel  Phillip Cocu (Foto: Julia Spitznagel)

Roni von Niel Phillip Cocu (Foto: Julia Spitznagel)

Este é o terceiro post da série de textos que narram minhas experiências do mochilão na Europa, o Velho Continente, alegria da gente emergente mochileira e solteira. Após relatar meu plano malévolo de conquistar o mundo com uma mochila de 20 litros nas costas e falar aos meus poucos (mas fiéis) leitores sobre Londres, hoje é dia de tecer comentários  sobre a Holanda.

Após deixar a Terra da Rainha, fui passear no mundo do Maurício de Nassau, do Van Gogh, do Paul Verhoeven e do saudoso Dennis Bergkamp. O primeiro passo da viagem foi a fantástica Amsterdam, uma das três cidades mais bacanas dentre tantas que visitei. Logo em seguida, passei por Rotterdam e mais alguns municípios que têm a grafia um tanto complicadas.

Amsterdam: uma cidade deliciosa

Amsterdam: uma cidade deliciosa

Planos de viver em um mundo plano

Antes de visitar um País, temos algumas impressões que nos são passadas de diversas formas. Se você não tem um amigo viajadão que fala pelos cotovelos, é possível obter informações de um determinado local pela Tv, internet, livros e pelo videogame (sim, videogame também é cultura). Desta forma, no caso da Holanda, todos que não vivem de BBB, novelas do SBT e revista Capricho, sabem que por lá existem muitas, mas muitas bicicletas.

Turista apostando corrida com o tram e ainda fazendo foto

Turista apostando corrida com o tram e ainda fazendo foto

Outras ideias que permeiam nossas mentes são os diques (não aqueles de Campinas), os tamancos estilosos,  as famosas moças das vitrines do Red Light District e o uso liberado de mariajoana, também conhecida como maconha, cannabis, erva danada, bagulho do bumba e cigarrinho do capeta, entre outros nomes.

Pois bem.

Como passei cerca de uma semana na Holanda, dividirei o post em duas partes. Na primeira, falo da maluca e divertida Amsterdam e, na segunda, falarei da bela e moderna Rotterdam e as adjacências de nomes impronunciáveis. Resumindo as cidades, podemos dizer que são vizinhas um tanto diferentes. Amsterdam curte Mr. Catra, Rotterdam é chegada no rei Roberto Carlos. Amsterdam é Edmundo e Romário, Rotterdam é Raí e Kaká. Amsterdam é uma bagunça organizada e intensa, Rotterdam é organizada e bem calma.

Apesar das discrepâncias, em ambas cidades (e em tantas outras cidades holandesas que conheci) eu vi que o plano perfeito mais perfeito que “O Plano Perfeito”, filme dirigido por Spike Lee, é viver em um mundo plano. Confuso, né?

É super comum a carona de bike na Holanda. Ela sempre é acompanhada de uma boa fofoca

É super comum a carona de bike na Holanda. Ela sempre é acompanhada de uma boa fofoca

Ao visitar a Holanda entende-se que a vida pode ser perfeita como um comercial de manteiga. Basta você ter disposição, uma bicicleta bacana e ruas planas. Eu gostei tanto da experiência de pedalar como se não houvesse amanhã, que mal conheci holandeses. Dizem quem está na chuva está para se molhar. Portanto, quem vai pra Holanda e não pelada, bom sujeito não é (ou tem algum problema com o bicho do pé).

Pena que no Brasil o governo se importa mais com dinheiro do que com a qualidade de vida dos cidadãos. Andar de bicicleta nos grandes centros é desafiar a morte.

Im Amsterdam, dam, dam, dam, dam

Mas Ronin, por quê Amsterdam é tão querida por quem a visita?

Vamos lá. Após passar pela imigração do Schipol, um dos grandes aeroportos europeus (que nos dão certeza que passaremos baita vergonha na Copa), rumei para Amsterdam. A viagem é feita de trem. Como as demais viagens de trem que fiz pela Europa, é necessário estar atento para não ficar para trás. Muitas vezes, as estações de embarque são trocadas aos 47 minutos do segundo tempo, quando até mesmo o vendedor de amendoim já deixou a arquibancada.

Sendo assim, encher o saco dos funcionários da companhia de trem é uma atitude comum, já que algumas composições não têm a descrição para onde vão. A frase “Já chegou?”, proferida diversas vezes pelo Burro amigo do Shrek foi uma realidade da minha viagem em alguns lugares.

Rola um pouco de desorganização na estação de trem, mas nada catastrófico que nos faça cortar os pulsos. Para quem está acostumado com a realidade da CPTM, foi melzinho na chupeta dado pela Scarlett Johasson usando um lingerie branco e me chamando de meu gato.

O tio argentino preocupado com o trem

O tio argentino preocupado com o trem

Após chegar a imponente Amsterdam Central, saí feito louco pelas ruas, mas nada de bicicleta ainda. Como passei 4 dias no excelente Stayokay Hostel (muito bom, por sinal), teria que, ou andar até lá ou pegar um tram (bonde). Com cerca de 20 kilos de malas, preferir ir de bonde até a estação próxima ao hostel “fica bem nego”.

O tram de Amsterdam é confortável, bonito e moderno (e caro também). Na fila, puxei papo com duas holandesas para saber se eu realmente estava indo para o local certo. Elas disseram que sim e ainda me convidaram para uma festa chamada “Macumbas Party’s”, que rolaria no Vondelpark. Achei o convite bacana, mas desci no ponto errado (eu me atrapalhei com as malas e parei um ponto à frente do qual eu deveria parar. Nem vi mais as holandesas simpáticas que acabara de conhecer).

Ao sair do bonde, rolou aquele impacto visual com uma nova realidade. Bicicletas para todos os lados. Se você bobear, acaba sendo atropelado. É necessário se adaptar ao trânsito maluco de Amsterdam ou a viagem pode acabar abruptamente. Conheci uma canadense que caiu da bike na primeira vez que esteve por lá. Além dos machucados, ganhou um trauma dos bons.

Minha magrela, apelidada carinhosamente de Giselle

Minha magrela, apelidada carinhosamente de Gazelinha. Saudades

Eu, como corinthiano, maloqueiro e turista, tinha que me aventurar com uma magrela. Todavia, Amsterdam é muito mais do que uma cidade para andar de bicicletas sem se importar com a alta do dólar ou se o Obama descobriu o que a Dilma fala em seu Facebook.

Sagrado e profano vão de mãos dadas ao baile funk

Divertido.

Esse é um adjetivo que cai como uma luva branca nas mão pretas do Mickey Mouse para resumir o verão em Amsterdam (Amsterdã em português brasileiro). Famosa pelos canais, o grande porto (Have van), os museus fantásticos e, obviamente, pela zona da pouca vergonha, o Distrito da Luz Vermelha (Red Light District), a cidade é muito agradável. Cheguei por volta das 15 horas e, como bom turista espírito de porco, arrumei minhas trouxas, peguei um mapa e saí andando (e desviando habilmente das bikes assassinas) pelas ruas da cidade também conhecida pela excelência na logística.

Como o Stayokay hostel é vizinho do Vondelpark, só tive que atravessar a rua (olhando para os dois lados para não ser atropelado por uma Cecizona) e cair no mundo mágico de um parque holandês. Lotado de gente de todas as faixas etárias, o Vondelpark tem estátuas, lagos, coretos e um espaço para shows (onde estava rolando a tal festa da Macumba cheia de gringos dançando música latina).

Saravá

Saravá

Além dos bikers, encontra-se muitos patinadores, skaters e jovens jogando uma bola, além do clássico piquenique e o churrascão de parquinho (só faltou o pagode do Raça Negra). Um detalhe interessante é que um deputado holandês propôs a liberação de sexo no parque durante à noite. A lei não virou realidade e tampouco vi moitas se mexendo por lá.

Meu próximo passo foi conhecer o famoso letreiro I Amsterdam. Cheguei lá meio que sem querer. Como estava sozinho, pedi que alguém fizesse alguma foto minha por motivos turísticos farofeiros.

Coladinho ao letreiro, existe a loja do Museu Van Gogh. Na mesma praça, há um belo chafariz e lindas obras modernas. Andando mais um pouco, chega-se a outro belo parque e ao Van Gogh Museum. Neste parque, fiz um piquenique solitário, dormi, conheci um casal de jovens holandeses super bacana e seu cachorrinho branco, usei o Facebook (tem wi-fi gratuito do museu) e cliquei um rapaz hippie namorando uma árvore.

As casas das luzes vermelhas

As casas das luzes vermelhas

Com a chegada da noite, fui a pé até o Red Light District. No caminho, encontrei alguns tipos que me ofereceram drogas como se estivessem oferecendo Yakult. Um outro tio me ofereceu uma bicicleta. Nota: na Europa, o roubo de bicicletas é muito comum. Uma boa bike chega a custar 500 Euros.

Outra coisa legal que rola em toda Europa: os condutores de bike são obrigados a sinalizarem para onde vão virar. É tipo a seta brasileira dos carros, mas a diferença é que lá a sinalização funciona. Aqui a seta é como o gol para o Parrera: um mero detalhe.

Após dois jovens travestis me indicarem o caminho para o Red Light, cheguei ao mundo mágico do meretrício holandês. O mais irônico é que o famoso distrito é próximo às principais igrejas de Amsterdam. Como se trata de turismo, logo entrei em um bar (havia uma cidadã dançando no balcão, mas estava vestida). O segurança parecia brasileiro e corinthiano. Parei para trocar algumas ideias com ele e saí do recinto. No começo, estava meio receoso por estar com a máquina fotográfica em um lugar famoso pela baixaria, mas ninguém me importunou. Além do mais, havia muitos turistas por lá.

Um pouco de tudo

Um pouco de tudo

Finalmente cheguei até a rua onde as moças ficam em vitrines. É uma experiência um tanto confusa. Se o lado Roniel bom dizia “Cara, são pessoas se oferecendo como se fossem produtos. Isso é triste ” o outro lado (Roniel, o Cruel) dizia “Ah, isso é cultura. Tem até manual de negociação”. Como sou bonitão (mentira, sou um turista com uma câmera grande nas mãos e aparentemente tinha euros na carteira), algumas moças me convidaram para o programa.

Dizia que não e seguia meu caminho. O mais estranho é que no Red Light há padarias, restaurantes e muita gente passeando, tudo numa boa. Também presencie uma jovem meretriz xingando um turista oriental (sempre os japas) que estava a fotografar as vitrines. Um dos recepcionistas me convidou para entrar no show da banana. Disse que não, mas vi trechos de vídeos educativos das moças e as bananas do Super Mario Kart.

Cultura, doces meninas e flores para você

Como já disse, os museus de Amsterdam são demais. E há muitos museus: do sexo, da tortura, do gato, da fotografia, dos portos, etc, etc.

Numa das minhas andanças conheci a jovem Julia Spitznagel, uma alemoazinha muito gente boa. Apaixonada por fotografia, se tornou minha companheira de passeio. Fomos clicar as construções e os canais do belo distrito Jordaan. Lá, nos separamos e eu rumei para o Anne Frank Museum. Depois de 40 minutos de fila, finalmente tive a chance de conhecer a casa onde Anne Frank sua família e amigos ficaram escondidos dos nazistas por longos dois anos. Eu li o “O Diário de Anne Frank” há um bom tempo, mas nunca me esqueci de certas passagens.

O museu é fabuloso (na verdade, é a casa onde ela viveu) e muitos documentos da menina que nasceu na Alemanha e que sonhava ser jornalista estão por lá. Situações como a fome, os sonhos e a forma que Anne e sua família foram delatados martelaram a minha cabeça, mas nada me chamou mais atenção da citação abaixo.

A talentosa Anne Frank: legado para o mundo

A talentosa Anne Frank: legado para o mundo

Foi um soco no estômago que teria o combo encerrado quando visite Auschwitz, Birkenau e o Museus do Holocausto, localizados na Polônia e Alemanha, respectivamente. Histórias que serão publicadas futuramente.

Também estive no Rusk Museum e, passando por lá, me desmanchei de chorar como há muito não chorava (sim, homem de blackpower também chora). Havia um senhor negro, grisalho, portando um saxofone e fazendo música. Mas não era qualquer tipo de música. Era a música que, de certa forma, me fez me sentir algo especial. Era música de gente preta sofrida que encontrava no soul a forma de narrar sua vida. Foi de desbundar. Fiquei uns 15 minutos admirando tamanha beleza. A gente é o que é, não importa onde estejamos. Fato.

Ao fundo, Jeff e o Rusk. A maior emoção em 30 dias de descobertas

Ao fundo, Jeff e o Rusk. A maior emoção em 30 dias de descobertas

Interessado pelo que vi, fui até ele. Seu nome é Jeff. Trocamos algumas palavras. Ele disse que estava em Amsterdam para participar de um festival de música. Dei-lhe algumas moedas e pedi desculpas por minha pobreza. Ele sorriu como se a gente se conhecesse há muito tempo e me cumprimentou de um jeito tão digno. Poucas vezes me senti tão bem na minha vida. Saí, peguei a minha magrela e fui ser feliz, ciente que dificilmente encontraria algo tão tocante na viagem (e não encontrei mesmo).

E por falar em beleza, visitei o famoso Mercado de Flores do canal Singel. Mesmo só conhecendo a flor de fogo do Super Mario, a visita valeu muito. Cores, odores e valores encantadores. Só não comprei nada por lá porque as flores iriam morrer durante a viagem. Nas lojas vizinhas do mercado há várias lembranças para turistas. Lá, havia um boneco que simula alguém que fumou muita maconha. Os vendedores deixam o boneco no chão e, de tempos em tempos, ele soltava umas risadas típicas de quem vê gnomos e duendes.

O mercado de flores do Sigel

O mercado de flores do Sigel

Era uma vez um flash e a anã da minha vida

Em Amsterdam também tive problemas. Perdi meu Flash 430 EXII. Procurei em vários lugares, liguei no achados & perdidos do aeroporto e também visite o setor de coisas perdidas da Amsterdam Central. Nada precedido pela palavra paciência.

Por duas vezes, saí à noite em Amsterdam. Como sou velho e chato, não gostei muito das baladas que fui. Numa delas, conheci algumas suecas e um cidadão chegou até a mim e ficou por 20 segundos berrando no meu ouvido. O som alto impediu que eu entendesse o que ele queria. Após muito esforço saquei. Ele perguntou se eu tinha cocaína. Vai ver me confundiu com o Zé Pequeno. Vai saber.

É muito comum ver gente vendendo drogas pelas ruas (como se no Brasil isso fosse novidade). Os coffee shops ficam lotados também. Todo mundo muito confuso e alegre. Acho que o Brasil deveria liberar o fumo pra galera do fumo.

Na mesma noite, quando eu voltava pro Hostel encontrei a anã do Red Light Discrict.
Aí você, amigo leitor que está prestando atenção no texto me pergunta: que Anã?

Bem, na minha primeira vez no Red Light, fotografei uma anã vestida de Smurfete. Sim. E ela estava bêbada de trançar as pernas. Fiquei impressionado com a cena e mostrei para algumas brasileiras que conheci no hostel. Como o mundo dá voltas, reencontrei a anã. Desta vez, sem maquiagem azul e gorro. Ela é artista de rua e canta muito melhor que a Wanessa Camargo e a Anitta. Como o mundo é injusto, ela se apresenta na frente de um cassino. Deixei algumas moedas e ela me disse boa noite com uma voz grossa e rouca. Quase que eu gamo.

Olha a anã Smurfete aí

Olha a anã Smurfete aí

Putz…escrevi demais e não falei de Rotterdam.
Fica para o próximo post.

Eis alguns cliques de Amsterdam, cidade que devo voltar (para procurar meu Flash e, quem sabe, dar uns pegas na anã Smurf).

A gentil e educada, Julia Spinatzigel

A gentil e educada, Julia Spinatzigel

Além das bicicletas, existem muitas scooters pela Holanda

Além das bicicletas, existem muitas scooters pela Holanda

Olha o tram vem surgindo de trás das montanhas azuis olha o tram

Olha o tram vem surgindo de trás das montanhas azuis olha o tram

Vangoguices

Vangoguices

Um I e um A

Um I e um A

Bicicletas de tudo que é jeito

Bicicletas de tudo que é jeito

As belas casas do Joordan District

As belas casas do Joordan District

O doce cão do casal bacanudo

O doce cão do casal bacanudo

Pra bom entendedor, meia palavra basta

Pra bom entendedor, meia palavra basta

O show desse cara é muito engraçado

O show desse cara é muito engraçado

Terra divertida de gente confusa

Terra divertida de gente confusa

O brother que tava namorando a árvore

O brother que tava namorando a árvore

O belo Rusk Museum

O belo Rusk Museum

Amsterdam Central no finzinho de tarde. Nada de flash, mas rolou uma foto legal

Amsterdam Central no finzinho de tarde. Nada de flash, mas rolou uma foto legal

Vondelpark: dá pra ficar por lá até tarde. Detalhe. Após a farra, as pessoas limpam a bagunça. Não tem gari não

Vondelpark: dá pra ficar por lá até tarde. Detalhe. Após a farra, as pessoas limpam a bagunça. Não tem gari não

Um dos melhores programas da cidade é passear de barco pelos canais

Um dos melhores programas da cidade é passear de barco pelos canais

"Ronin, pula aqui seu lindo". Foi o que eu entendi. Meu holândes não é grande coisa

“Ronin, pula aqui seu lindo”. Foi o que eu entendi. Meu holândes não é grande coisa

Os fins de tardes de verão são sempre lindos

Os fins de tardes de verão são sempre lindos

Mandei essa foto para um amigo que não quer ter filhos

Mandei essa foto para um amigo que não quer ter filhos

A praça que fica ao lado dos letreiros mais famosos da Holanda é um brinco (ui)

A praça que fica ao lado dos letreiros mais famosos da Holanda é um brinco (ui)

Red Light é divertido, mas não é um local para todos

Red Light é divertido, mas não é um local para todos

Ah, Misterdã

Ah, Misterdã

Essa imagem define o que é o verão em Amsterdam. Quando puder, vá. Experiência das melhores. Carro para que?

Essa imagem define o que é o verão em Amsterdam. Felicidade nas coisas simples da vida ❤

Anúncios

Autor: ronielfelipe

Jornalista e Fotógrafo

Um pensamento sobre “As aventuras do Menino Marrom na terra do Maurício de Nassau

  1. Muito bom! Tenho acompanhado todos os seus relatos da viagem. Tô gostando bastante! Você coloca muito bem suas impressões, e transmite uma visão de mundo bem interessante nos posts. Diferente do turista padrão brasileiro, e muito mais divertido. Parabéns cara. Abração!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s