El Marronzito

Reinando na terra da Rainha e do baby Jorginho

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Dando continuação à série de posts sobre a férias no Velho Continente, hoje falo das experiências, aventuras e claro, as desventuras, vividas em Londres, a capital da Inglaterra e do Reino Unido. E por quê começar a viagem pela terra do chá das cinco e dos soldados que usam aquele chapéu de microfone, Ronin?

Simples.

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Playcenter

O primeiro ponto é bem elementar (assim diria Sherlock Holmes). Se eu passasse sambando pela temida imigração de Londres, eu passaria por qualquer imigração dos países que visitei. Tecnicamente, faz sentido, mas a coisa não é simples como os acordes de guitarra dos Punks Rocks do final da década de 70.

Cerca de 40% da população londrina é estrangeira e muitos brasileiros já tiveram problemas para entrar no País. Soube de casos de pessoas que passaram muitas horas na “salinha da amizade” do Heatrhow Airport (que mais parece uma cidade de tão grande que é o bicho). O básico para você entrar em um País (digo, passar pela imigração, pois você entra em um País assim que o avião alcança o espaço aéreo) é ter em mãos:

1-Um comprovante que você vai deixá-lo e não vai ficar lá para sempre até que a morte os separe. Não adianta mostrar foto da sua esposa e dos cinco filhos que você deixou passando fome aqui no Brasil enquanto você dizia que iria buscar cigarro e voltaria logo. Tem que ter a impressão do comprovante da passagem que você irá embora. Mesmo que seja em 90 dias o tal voo.

2-Você tem que que ter dinheiro em espécie, cartão de crédito ou moedas de ouro do Super Mario Brothers. É, meus amigos, esse mundo é cão. Sem dinheiro você será enviado de volta para casa. Sem choro e nem vela. Uma boa saída é usar o Visa Travel Money, cartão de débito que tem taxas de câmbio mais generosas e, caso alguém lhe roube ou você perca sua pochete de mochileiro, basta cancelá-lo.

Os tiozões da Toot Broad

Os tiozões da Toot Broad

3-Carta apresentação de algum residente no País ou documento de reserva de hotel ou hostel. Afinal, esse negócio de mundo livre só existe nas histórias da Carmen Sandiego.

4-Seguro de vida, saúde e outras coisas mais. Além de provar que você tem condições financeiras sem ter que vender o corpo por algumas Libras, é necessário também ter um seguro. Muita gente viaja pra fora sem qualquer tipo de plano, mas se o fiscal pedir algum comprovante e você não tiver nada em mãos, the snake can smoke. Além do mais, no caso de possíveis acidentes (como um capote épico de bike na Holanda ou uma troca de carícias com algum knacker de Dublin) você tem auxílio médico. Sem seguro, meu amigo, você pode ter problemas tensos. Além do mais (toc, toc, toc), se houvesse algum acidente aéreo, minha mãe ganharia um pote de ouro igual do Leprechaun que conheci em Bray. Porém, como podem perceber, cá estou firme e forte lhes escrevendo.

Só para deixar as coisas claras: o seguro não cobre dor de barriga nem faniquitos.

Bem, quando cheguei na fila de imigração do Heathrow Airport, o maior dos cinco aeroportos de Londres, já senti a bagunça cultural que impera na cidade: muitos dos fiscais eram indianos (daqueles que usam turbante e devem deitar na cama de pregos enquanto encantam cobras naja com flautas mágicas).

Após os problemas na imigração da Holanda, como explicado no post anterior, estava pronto para o que desse e viesse em Londres. Porém, por incrível que pareça, tudo foi muito tranquilo e rápido. Só levei um puxão de orelha de leve da fiscal porque não preenchi o formulário de imigração por completo e omiti minha profissão (não é vergonha de ser jornalista não). Após perguntas de praxe, fui liberado para a zoeira sem limites na terra da Rainha.

No próprio aeroporto, comprei um cartão magnético de transporte (Oyster) e rumei (meio que sem rumo) para a Tooting Broadway, linha preta do imenso metrô londrinho, a parada próxima a casa dos meus amigos brasileiros.

Multicultural é pouco para definir Londres

Multicultural é pouco para definir Londres

A Arca de Noé continental

Após o furacão chamado Segunda Guerra Mundial, os países europeus, amparados pelo Plano Marshall (não se trata do cara do How i Met Your Mother, por favor), iniciaram o processo de reconstrução. Embora não tenha sido invadida pela turma do Hitler, a Inglaterra foi bastante bombardeada pelos alemães (imaginem mais de 58 toneladas de bombas caindo do céu feito coquinhos caindo de árvores). Desta forma, quando a baixaria da guerra se deu por encerrada, muitos imigrantes foram tentar a vida por lá, principalmente os indianos.

A galera do Leste Europeu assim como alemães foragidos da guerra também correram para Inglaterra. Esse povo todo emprestou mão-de-obra e ajudou reerguer a terra do David Beckham. Quem estava por lá, dando duro, aproveitou para firmar residência e, com os passar dos anos, cada vez mais pessoas foram atraídas para London, London.

Desta forma, não é de se estranhar a divertida mistura de gente que faz Londres ser o que é. No mesmo vagão de metrô (conhecido como Underground) dividem espaço a inglesinha de bochechas rosadas, o indiano de sobrancelhas grossas e cabelos bem lisos, a velha muçulmana que berra coisas que ninguém entende, o negro jamaicano, o brasileiro com a camisa do Olodum e a polonesa de sainha que faria o Papa João Paulo II segundo ter um infarto.

O povo londrino lê muito

O londrino lê muito

Resumindo: Londres é uma cidade onde xénofobos realmente mordem o cotovelo. Eu, como fotógrafo e turista, amei tudo isso. Nos quatro dias que passei por lá, fiquei na casa dos amigos Evandro e Gláucia, brasileiros que, juntos, estão há mais de duas décadas ganhando a vida por lá. Como cheguei por volta das 13h em Londres e no verão o sol se põe bem tarde, saí para bater perna.

O que fazer em Londres?

Munido de um mapa que peguei gratuitamente no aeroporto, saí para fotografar e conhecer Londres, mas acabei “meio que me perdendo”. Na rua, bem próximo à London Bridge, pedi ajuda a algumas pessoas para chegar até o Big Ben, mas eu estava um tanto longe. Nessa perdição total, cruzei o caminho de uma mocinha tcheca com cara de nerd (que parecia tão perdida quanto eu). Trocamos algumas palavras em inglês e vi que ela realmente era mais perdida do que eu. Sendo assim, disse que iria com ela para a ponte que ela procurava. A tal da Millennium Bridge.

Quase sem querer, fiz amizade com a Monika Mocová, a Monča (pronuncia-se montcha) que se tornou minha parceira de viagem e fotógrafa oficial nos quatros dias de Londres. Obvio que nos perdemos juntos várias vezes, mas ter alguém pra dividir as experiências é bem bacana (mesmo ela não entendendo algumas vezes o que eu falava). Também aprendi bastante sobre a República Tcheca, a pátria lindona que eu visitaria em algumas semanas.

Monica Moková, mais conhecida como Montcha

Monica Moková, mais conhecida como Montcha

Voltando aos pontos turísticos e deixando de lado os gracejos e flertes intercontinentais, Londres é bem bacana e se perder lá é bem legal. O sistema de metrô é muito bom. Embora as composições não sejam tão bonitas e luxuosas quanto as de Sampa, não há desconforto (nem mesmo no horário de pico). O mapa do transporte ferroviário é enorme e realmente dá vergonha de vermos uma São Paulo tão deficitária e desumana nesse sentido. Os ônibus são legais também e, o mais importante, são super pontuais. Outro lance legal é que há o anúncio sonoro que indicam o nome das paradas. Isso é muito útil para pessoas com o senso de direção de um bêbado no labirinto do Pac Man.

Para mochileiros vida louca e desabonados, Londres pode ser bem cara, mas com um pouco de paciência dá pra se virar muito bem, mesmo que você deva até as calças para as Casas Bahia aqui no Brasil. Na capital inglesa é possível encontrar muitos restaurantes e lanchonetes que vendem comida boa e barata, além do fato que muitas das principais atrações para turistões são gratuitas. É só chegar chegando, povo.

Eis alguns dos principais passeios que fiz por lá.

Soldados de chumbo, turistas japoneses e vamos passear no parquinho

Não tem como pensar em Londres sem pensar nos soldados com aquele chapéu estranho. Sendo assim, como turista, não pude deixar de dar um pulo nas quebradas do Palácio de Buckingham, no Castelo Windsor e nas Houseguards. Como a bonita da Monča atrasou um pouco (depois dizem que são os brasileiros que se atrasam para tudo), pensei que tivéssemos perdido a cerimônia. Quando vi uma turminha de soldados marchando feito bonecos de brinquedo, saí correndo feito um tonto e fazendo fotos. Logo notei que a cerimônia da troca, que acontece todos os dias no verão e dia sim, dia não, no inverno, não havia começado.

Aproveitei para dar um pulo em um dos pontos de guarda próximo ao castelo de Buckinghan. Lá havia dois guardas. Um deles ficava parado feito uma estátua e o outro marchava graciosamente. De repente, um turista pisou na grama do parque que havia bem próximo do local onde dois guardas guardavam algo que deve ser guardado. Imediatamente o soldado disse que era proibido pisar ali, mas sem perder a graça e o estilo. Foi a primeira vez que vi alguém passar um sermão marchando e sem mexer as sobrancelhas. Foi robótico, mas aos mesmo tempo poético. Diria que foi shakespariano.

Pense numa pessoa séria. Agora multiplique por 1 milhão

Pense numa pessoa séria. Agora multiplique por 1 milhão

De lá, partimos para a Houseguard onde acontece a troca da guarda. Ignorante que sou, pensei que só homens participassem da cerimônia, mas vi lindas inglesas em lindos cavalos participando do (não tão lindo) ritual. E como não esquecer da turista japonesa que chegou atrasada para a troca da guarda e saiu correndo na frente dos soldados e dos equinos? Parecia que ela seria atropelada, tamanho o desespero da cidadã nipônica.

Após a troca de guarda (que aconteceu debaixo de um sol de rachar coco), fomos turistar no imponente Palácio de Buckingham. Para chegarmos ao caminho, tivemos que passar pelo Saint James Park onde crianças ficavam malucas com as pombas e a tcheca ficou louca quando viu um esquilo pela primeira vez. A Monča me perguntou que bicho era aquele. Eu até pensei em sacanear dizendo que era um primo distante de algum dinossaruro, mas fui um bom menino.

Didaticamente, usei Chip and Dale (Tico e Teco) como exemplos e ela entendeu direitinho. Após nosso passeio no parquinho, fomos para o palácio. Lá, fizemos alguns cliques e passamos cerca de 20 minutos tentando atravessar a rua para voltarmos ao parque e rumarmos para a London Eye. Havia dois guardas controlando o trânsito: um bacana sorridente e outro carrancudo que parecia o Seedorf e que pediu para ver as fotos que fiz dele. Fui muito cínico e perguntei se havia algum problema, já que eu estava fotografando a rua e não ele. Ele olhou as fotos com cara de bunda e não falou nada. A vida seguiu e não fomos parar nas páginas do The Sun.

Eu pensei sacanear, mas fui bom menino

Eu pensei sacanear, mas fui bom menino

Um Ben não tão big assim, o orelhão fedido, a roda gigante e os castelinhos

Seguimos turistando pelos principais cartões postais londrindos. Por de trás da Guardhouse é possível avistar a famosa London Eye, a roda gigante do Playcenter de Londres. Antes de gastarmos algumas libras para ter uma vista bacana de London-London, andamos até chegar a belíssima Abadia de Westiminster.

Lá estão enterrados muitos reis ingleses e é nessa mesmíssima paróquia que aconteceram casamentos reais do balacobaco. O mais recente evento bombástico que aconteceu por lá, envolveu William e Kate (que me deixaram bem chateados por não orçarem meus jobs fotográficos). A arquitetura da igreja, que fora construída no ano 960, (bem antes do Brasil ser descoberto) é de babar. Não tem como não se encantar.

Olha o turistão aí e minha fotógrafa oficial enquadrando que é uma beleza

Olha o turistão aí e minha fotógrafa oficial enquadrando que é uma beleza

Após conhecermos um pouco da Abadia, rumamos para o Palácio de Westiminster, também conhecido como Casa do Parlamento Inglês (lá os parlamentarem parecem trabalhar). Logo de cara, ao chegar na esquina da imponente construção, damos de cara com a mais famosa de suas torres: a torre do relógio mais conhecido do mundo (depois do G-shock e dos relógio de morfar dos Power Rangers), o popular Big Ben.

Na verdade, o Big Ben nem é tão big para quem imaginava uma torre do tamanho do Gigante Guerreiro Daileon, mas como todo o castelo, é muito bonito. Como estava muito quente, decidimos para em parque ao lado do Palácio e que margeia o Rio Tâmisa. Lá, fizemos alguns cliques e andamos até a London Eye. Antes disso, tentei fazer uma ligação em um orelhão inglês e senti saudades da Telesp (sim, sou velho). Não sei se o aparelho que peguei era zoado, mas mesmo mais novo que aqueles orelhões vermelhos para turista, o fedor ainda era grande. Tem que ver isso aí, seu Primeiro- Ministro Camarão.

Os turistas japoneses são os melhores. Sempre

Os turistas japoneses são os melhores. Sempre

Após comermos um cachorro quente na rua (que a Monča reclamou ao dizer que não tinha gosto e a salchicha tcheca era muito melhor e blá, blá, blá ), fomos dar um rolê na London Eye. Olha, é legal ver a cidade de cima, mas é um programinha meio bobo. Ele deve ser feito no fim da tarde ou durante à noite. Aí sim creio que seja mais bacana, mas valeu a experiência.

Debaixo da ponte, passeando de Taxi, tcheca louca

Nos dias seguintes, voltei para a região da London Brigde para cumprir a missão de fazer nightshots por lá. Apesar do desencontro épico que tive com minha colega de viagem (hilário, eu ia pra um lado, ela para o outro), conseguimos nos encontrar após uma hora e, enfim, fazermos as fotos com a linda London Bridge e a cidade toda iluminada ao fundo. Sem dúvida, uma das vistas mais belas que já tive na minha vida. Nessa noite, também passeamos de táxi até Earls Court. Era uma quarta-feira maluca (já era mais de 0 horas e tava complicado achar a linha de night bus que iria pra minha casa).

A belíssima vista noturna das quebradas da London Bridge. Meia noite e a gente na rua sem medo algum de ser feliz

A belíssima vista noturna das quebradas da London Bridge. Meia noite e a gente na rua sem medo algum de ser feliz

Candem Town, onde todo mundo é legal e meio dia em Chelsea

Como o mundo é um ovo, meus amigos Amilton e Priscila, que já foram retratados por mim e ganharam este texto aqui no blog, estavam curtindo a lua de mel em Londres. Estive no casamento deles no sábado e na segunda viajamos todos para Londres (em voos diferentes). Foi uma bela surpresa saber que poderia encontrá-los na viagem, mas por motivos diversos (maldita Lebara), não consegui contatá-los devidamente em Londres (e nem queria estragar a lua de mel).

Porém, numa sexta-feira à tarde, estava eu em Candem Town, o bairro mais maluco e divertido de Londres, quando dou de cara com o Amilton e a Pri turistando. Foi muito legal! Na ocasião, após comprar dois lindos pork pie hats na feirinha de Candem Town, havia marcado de encontrar o Marcio Cicarelli, amigo jornalista dos tempos de PUC e Futebol Interior e que, atualmente, trabalha como editor de um jornal em Londres.

Foi aquela farofada brasileira. Aproveitamos a oportunidade e fomos tomar umas (eles foram, eu fiquei tagarelando) no The Hawley Arms, o pub que Amy Winehouse costumava frequentar e beber até a alma sair do corpo. Baita lugar legal, como tudo em Candem Town.

Brincando de ser rico em Chelsea

Brincando de ser rico em Chelsea

Ah…Candem Town é uma bairro alternartivo, cheio de punks capitalistas (que pedem uma Libra pra serem fotografados), lojas bacanas e muita gente descolada. Lá se vê de tudo, desde calças com estampa de folha de maconha, pessoas adeptas do body modification com chifres e olhos coloridos e até um túnel cheio de estátuas de cavalos (que na verdade é um mercado). Em Candem Town o coxinha é você que usa roupa Hollister.

Também estive em Chelsea, o bairro dos ricos ingleses. Passeei por lá e fotografei suas casinhas bonitas e suas mansões. Bem legal o reduto do povo posh (rico). Também dei um pulo na Harrods, a loja de quem tem muita grana (só para ver como é ser rico por lá). Bon Jovi também esteve em Chelsea, mas foi lá cantarolar meia noite. Eu como sou bom moço, dormia durante à noite londrina.

O mundo pode ser bem pequeno, às vezes

O mundo pode ser bem pequeno, às vezes

Museus, vocês são meus

Londres tem uma vida cultural fantástica, mas como o tempo era curto, me concentrei em visitar museus. O que mais curti, sem dúvida, foi o Museu de História Natural, que fica localizado na Exhibition Road, no bairro de South Kensington. O museu é maravilhoso. Logo de entrada você já dá de cara com o esqueleto de um dinossauro gigante (ou seria o esqueleto gigante?). Além dos fósseis dos bichões, há dezenas de salas que o visitante aprende interativamente sobre animais, plantas e o corpo humano. É fantástico. Voltando aos dinos, há uma sala que tem réplicas animadas dos primos do Horácio. Também exibem um vídeo como vários dinossauros famosos (tem até o Denver, o Dinossauro). Eu vou deixar as fotos falarem por mim.

O dinossauro se mexe, faz barulho e ainda canta punk rock (essa última parte é mentira)

O dinossauro se mexe, faz barulho e ainda canta punk rock (essa última parte é mentira)

Outro museu fantástico é o Museu de Ciência. A interatividade também é um chamariz e tanto (pena que chegamos meia hora antes das suas portas fecharem). Também fomos conferir o belíssimo Victoria Museum (onde levei uma bronca básica por tentar fotografar um quadro). Aproveitamos o sol para curtirmos o parque que fica atrás do Victoria. Também fiz uns cliques da alegria das crianças branquinhas todas felizes com o verão.

Londres voltar ou não voltar?

Olha, Londres é uma cidade e tanto. Tem gente que não gosta porque se trata de uma metrópole.
Tem gente que ama porque se trata de uma mistureba cultural.
Eu desejo voltar para fazer o que não fiz e conferir de perto algum jogo da Premier League, o Brasileirão Inglês. Também quero voltar para rever os amigos que lá moram e talvez oferecer um ensaio fotográfico para os pais do bebê real.

Vai que cola?

Olha o sorriso de volte sempre do guarda simpático

Olha o sorriso de volte sempre do guarda simpático

Eis algumas fotos extras.
No próximo post, falo da divertida e espirituosa Amsterdã.
As impressões sobre Londres podem ser encontradas aqui.

Fui fazer uma ligação, mas quase mudou a intenção

Fui fazer uma ligação, mas quase mudou a intenção

Olha o marmanjo no meio das crianças tentando pegar os peixes 3d com a mão

Olha o marmanjo no meio das crianças tentando pegar os peixes 3d com a mão

Saint James Parks. Muito bom para sentar e ficar numa relax

Saint James Parks. Muito bom para sentar e ficar numa relax

Punk capitalista de Candem Town

Punk capitalista de Canden Town

A belíssima Abadia de Westiminster

A belíssima Abadia de Westiminster

Artistas de rua se apresentam. Cantam muito bonito. Ao fundo, a Millennium Bridge

Artistas de rua se apresentam. Cantam muito bonito. Ao fundo, a Millennium Bridge

A famosa cerimônia da troca da guarda real

A famosa cerimônia da troca da guarda real

No fim de tarde, eu e Marcião fomos passear no parque. Além de conhecermos um monte de gente, fiz uns cliques do centrão de London

No fim de tarde, eu e Marcião fomos passear no parque. Além de conhecermos um monte de gente, fiz uns cliques do centrão de London

Snoop Lion

Snoop Lion

O chinês mais estiloso de Londres

O chinês mais estiloso de Londres

Houseguard e, ao fundo, a famosa London Eye

Houseguard e, ao fundo, a famosa London Eye

Ah, Candem Town

Ah, Candem Town

As mina pá de London

As mina pá de London

Gratuito, o Museu de História Natural é uma ótima pedida para turistas. Vale muito a visita

Gratuito, o Museu de História Natural é uma ótima pedida para turistas. Vale muito a visita

A molecada pira com o verão, literalmente

A molecada pira com o verão, literalmente

Moncha e a London Bridge. Sortuda, ganhou fotos ótimas

Moncha e a London Bridge. Sortuda, ganhou fotos ótimas

Beto Jamaica pagando de gatão próximo ao Palácio de Buckingham

Beto Jamaica pagando de gatão próximo ao Palácio de Buckingham

Interativo, o Museu de Ciência também pede horas e horas de visita

Interativo, o Museu de Ciência também pede horas e horas de visita

Gente estilosa o tempo todo

Gente estilosa o tempo todo

O Palácio de Buckingham fica lotadaço durante o verão. Quem odeia muvuca deve visitar Londres entre Agosto e Setembro

O Palácio de Buckingham fica lotadaço durante o verão. Quem odeia muvuca deve visitar Londres entre Agosto e Setembro

Jorge Ben é maior que o Big Ben

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Londres é uma cidade que pede pelo menos uma semana de visita

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Uma outra visão do Parlamento Inglês. Lá parece que os políticos trabalham sério

Uma outra visão do Parlamento Inglês. Lá parece que os políticos trabalham sério

Olha o charmoso táxi inglês. Ele parece pequeno, mas comporta na boa a torcida do Botafogo e do Santos juntas

Olha o charmoso táxi inglês. Ele parece pequeno, mas comporta na boa a torcida do Botafogo e do Santos juntas

Pausa para uma foto antes de pedir umas Libras para completar a passagem de volta para o Brasil

Pausa para uma foto antes de pedir umas Libras para completar a passagem de volta para o Brasil

Autor: ronielfelipe

Jornalista e Fotógrafo

Um pensamento sobre “Reinando na terra da Rainha e do baby Jorginho

  1. Não cheguei a ir na London Eye, mas vi Londres de cima da cúpula da Catedral de São Paulo FC o Soberano. Vista fantástica 😀

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